Ansiedade e estado de alerta
Para quando antecipar, controlar ou tentar dar conta de tudo consome energia e torna difícil descansar, delegar ou permanecer diante da incerteza.
Conhecer este acompanhamentoAcompanhamentos
Ansiedade, depressão, trauma, compulsão ou dependência podem orientar uma busca, mas não contam a história inteira. No acompanhamento, parto do que acontece com você hoje e investigo como o sofrimento se organiza no corpo, nas emoções, nos vínculos e nas escolhas.
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Áreas de acompanhamento
As páginas abaixo ajudam a organizar a procura, mas não funcionam como diagnóstico. Questões diferentes podem estar relacionadas e serão compreendidas dentro da história e do contexto de cada pessoa.
Para quando antecipar, controlar ou tentar dar conta de tudo consome energia e torna difícil descansar, delegar ou permanecer diante da incerteza.
Conhecer este acompanhamentoPara quando o desânimo, o vazio, a falta de energia ou a perda de interesse tornam a vida mais estreita e afastam a pessoa de vínculos, decisões e atividades importantes.
Conhecer este acompanhamentoPara compreender efeitos atuais de experiências que atravessaram limites, produziram medo, vergonha, congelamento ou dificuldade de confiar e permanecer presente.
Conhecer este acompanhamentoPara investigar formas de alívio que se tornaram repetitivas, difíceis de interromper ou incompatíveis com a vida que a pessoa deseja sustentar.
Conhecer este acompanhamentoPara quando culpa, medo de rejeição, controle, disponibilidade permanente ou dificuldade de se posicionar mantêm vínculos dolorosos e repetitivos.
Conhecer este acompanhamentoUma forma diferente de acompanhar
Não observo apenas o que você consegue contar sobre o problema. Também prestamos atenção ao momento em que a reação começa: sinais corporais, emoções, interpretações rápidas, impulsos e posições assumidas nos relacionamentos.
Relaciono história emocional, trauma, apego, respostas corporais, neuroplasticidade e educação emocional conforme a necessidade de cada pessoa. Esses referenciais ajudam a formular perguntas e construir recursos; não funcionam como uma explicação pronta para todas as histórias.
O ponto de partida
Na consulta inicial, parto de situações atuais para compreender o que está acontecendo e avaliar se minha forma de acompanhamento corresponde à sua necessidade. Não realizo diagnósticos, não prescrevo medicamentos e não ofereço atendimento de emergência.
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